Municípios do Amazonas terão mapas de alta resolução para monitoramento de cheia  

Publicado em 15/01/2020 | Por Fernando Coelho Jr. | 127 Views

Municípios do Amazonas terão mapas de alta resolução para monitoramento de cheia   

 

Mapeamento do perímetro urbano de Humaitá

Municípios do Amazonas terão mapas de alta resolução para monitoramento de cheia   

. O monitoramento do nível dos rios do Amazonas passará a ser feito com auxílio de mapas de altíssima resolução, a partir de 2020. A iniciativa, proposta pela Agência Nacional de Águas (ANA), e realizada em parceria com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e a Defesa Civil do Amazonas, visa tornar mais precisa a identificação das áreas afetadas para otimizar a emissão dos sinais de atenção, alerta e emergência nos municípios do estado.

 

. O mapa, elaborado a partir do uso de drone e GPS de altíssima precisão, conterá informações de relevo e das zonas de risco que são propícias a alagações. A primeira cidade a receber a carta é o município de Humaitá. As equipes da Sema, CPRM e Defesa Civil estiveram in loco, entre os dias 02 e 08 de dezembro de 2019, para fazer o mapeamento no perímetro urbano do município. As próximas cidades a serem mapeadas são Eirunepé, Tabatinga, Coari, Lábrea, Canutama, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Itacoatiara e Parintins.

 

. Os boletins hidrometeorológicos elaborados diariamente pela Sema e demais organizações poderão utilizar os mapas para auxiliar no monitoramento das cotas de referência dos municípios. A proposta é que o mapeamento de alta resolução nas 10 cidades do Amazonas se some ao monitoramento realizado pelo CPRM em 16 municípios do estado. Com o cruzamento dos dados, será possível gerar informações mais precisas e prever quais pontos da cidade devem ser afetados por inundações.

 

. De acordo com o engenheiro ambiental e assessor de Recursos Hídricos da Sema, Maycon Castro,  a ação permite uma maior atuação estratégica dos órgãos. “Por meio do monitoramento hidrológico e do mapeamento da região urbana das cidades, nós conseguimos criar cartas (mapas) de altíssima resolução espacial, graças ao uso dos drones e GPS. Com isso, sabemos quais são as ruas que irão inundar primeiro e, dependendo da variação de cota, emitir alertas”, explicou. 

 

. O trabalho realizado em conjunto faz parte do Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas (Progestão), firmado pela ANA com o Governo do Amazonas.

 

Mapeamento de risco -  A Bacia do Rio Amazonas é mapeada com o intuito de prevenir eventos críticos no estado, como secas e cheias. Atualmente, os boletins de monitoramento hidrometeorológico da região são feitos e operados pelo CPRM e Governo do Estado, por meio da Sema.

 

. Os sistemas de alerta hidrológico têm o apoio da ANA, com utilização de recursos para operação das estações telemétricas que compõem os sistemas e também fazem parte da Rede Hidrometeorológica Nacional de Referência (RHNR).

 

FOTOS: Divulgação/Sema

 

 

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