Turismo comunitário da RDS do Tupé é apresentado aos participantes do 1º Fórum de Cidades Amazônicas

Turismo comunitário da RDS do Tupé é apresentado aos participantes do 1º Fórum de Cidades Amazônicas

. Representantes de prefeituras e instituições nacionais e internacionais que participaram do 1º Fórum de Cidades Amazônicas tiveram a oportunidade de conhecer, ao final da programação do evento, um núcleo indígena na comunidade São João do Tupé, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Tupé, gerida pela Prefeitura de Manaus.

 . A agenda especial, realizada na tarde de sexta-feira, 6/9, teve como finalidade permitir a experiência de vivenciar o turismo de base comunitária no Baixo Rio Negro, que é uma das estratégias de desenvolvimento socioeconômico para as comunidades ribeirinhas, especialmente para os grupos indígenas advindos do Alto Rio Negro que ocupam a reserva. Eles assistiram e participaram de um ritual indígena da etnia Tuyuka.

. A experiência da visita foi reveladora, na avaliação do secretário executivo  do ICLEI na América Latina, Rodrigo de Oliveira Perpétuo. "Pudemos conhecer a navegação, o modo de vida de cidadãos que vivem em uma RDS, as extensões municipais características da região e o trabalho da Prefeitura de Manaus, que requer recursos que não podem ser acessados porque o sistema nacional de meio ambiente e os fundos internacionais não permitem", afirmou.

 . De acordo com o diretor de Áreas Protegidas da Semmas, Márcio Bentes, áreas protegidas municipais como a da RDS do Tupé não são contempladas com recursos de programas e fundos nacionais e internacionais. "O Pacto de Cidades Amazônicas é o pontapé inicial para mudarmos essa situação", afirmou Bentes.

 . A coordenadora de Projetos da Fundação Konrad Adenauer, Marina Caetano, comemorou o êxito do Fórum e as conquistas obtidas a partir da integração dos governos locais amazônicos. "Foi uma experiência muito mais qualitativa do que quantitativa. Experimentamos aqui a iniciativa de reunir as pessoas que estão querendo desenvolver a região amazônica de maneira diferente, não insistindo mais em modelos que não dão certo e pensando na melhoria da qualidade de vida das pessoas nas cidades amazônicas seja em ambientes urbanos ou de florestas ", afirmou Marina.

 . A  Fundação Konrad Adenaeur, organização não- governamental alemã, foi umas instituições internacionais parceiras do evento.

 

 

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